O custo mensal para manter um site de escritório de advocacia é a soma de itens recorrentes que continuam depois do lançamento: o domínio (pago por ano), a hospedagem (mensal ou anual), o certificado HTTPS (muitas vezes gratuito ou incluído na hospedagem), o e-mail no domínio do escritório (cobrado por usuário), eventuais licenças de tema e plugins e o trabalho de atualização, backup e conteúdo. Não existe um valor único: a conta muda conforme a plataforma e quem faz a manutenção, mas os itens são sempre os mesmos.
A dúvida aparece quase sempre depois que o site fica pronto. O orçamento de criação foi aprovado, o site foi ao ar e, meses depois, chegam boletos e avisos que ninguém explicou: renovação de domínio, fatura da hospedagem, e-mail cobrado por caixa. Abaixo, o que entra na conta, o que acontece quando um item deixa de ser pago e como organizar tudo para o site não sair do ar por descuido.
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Solicitar Diagnóstico GratuitoO que entra no custo mensal de um site de escritório
Separar a conta em itens ajuda a entender cada cobrança e a comparar propostas de manutenção. A tabela mostra os itens mais comuns, como costumam ser cobrados e o que deixa de funcionar se o item para.
| Item | Como costuma ser cobrado | Se deixar de pagar ou de fazer |
|---|---|---|
| Domínio (.adv.br, .com.br) | Por ano, no Registro.br ou num registrador | Site e e-mail no domínio param; o endereço pode voltar a ficar disponível para outra pessoa |
| Hospedagem | Mensal ou anual, com desconto no plano mais longo | O site sai do ar |
| Certificado HTTPS | Gratuito na maioria das hospedagens; pago em alguns planos | O navegador avisa que o site não é seguro |
| E-mail no domínio | Por usuário, por mês ou por ano | As caixas de e-mail do escritório param de receber |
| Tema e plugins pagos | Licença anual, em geral | Ficam sem atualização de segurança |
| Manutenção técnica | Mensal, por pacote, ou por hora quando há problema | Atualizações acumuladas, risco de invasão e de erro |
| Conteúdo e acompanhamento | Mensal, quando contratado | O site fica parado e perde relevância para as pesquisas de serviço |
Os três primeiros itens são obrigatórios para o site existir. Os demais dependem de como o site foi construído e do que o escritório espera dele. Um site feito no WordPress com tema gratuito, por exemplo, não tem licença anual, mas continua precisando de atualização.
Domínio: a cobrança anual que mais tira site do ar
O domínio é o endereço do escritório na internet, e os domínios .br são registrados no Registro.br, que tem a categoria .adv.br para advogados. O pagamento é anual, com opção de contratar por vários anos de uma vez. Por ser uma cobrança que aparece uma vez por ano, é a que mais se perde: o boleto vai para o e-mail de quem registrou, às vezes o desenvolvedor que fez o site há três anos.
Quando o domínio vence e ninguém paga, ele passa por fases. Primeiro continua funcionando por um curto período; depois é congelado, e o site, o e-mail e tudo que depende do endereço param ao mesmo tempo; se o pagamento não vier, o registro é cancelado e o nome volta a ficar disponível para qualquer pessoa registrar.
Um exemplo comum: um escritório trabalhista de duas sócias percebe numa segunda-feira que nenhum e-mail chegou desde sexta. O site também não abre. A causa é o domínio, registrado no CPF de um ex-estagiário, com o aviso de vencimento indo para uma caixa que ninguém lia. O problema se resolve, mas exige localizar o titular e provar a quem pertence o endereço.
Por isso, o ponto mais importante sobre domínio não é o valor, e sim a titularidade: o domínio deve estar no CPF do advogado ou no CNPJ da sociedade, com o e-mail de contato de alguém do escritório. O post sobre site gratuito para advogado mostra por que o domínio é o único custo que vale desde o primeiro dia, mesmo quando a ferramenta é grátis.
Hospedagem, HTTPS e e-mail: os custos de infraestrutura
A hospedagem é o servidor onde o site fica guardado e de onde ele é entregue a quem visita. É cobrada por mês ou por ano, e o preço varia com o tipo: hospedagem compartilhada (mais barata, servidor dividido com outros sites), servidor dedicado ou em nuvem, ou plataforma que já inclui hospedagem no plano, como os construtores de site.
Hospedagem fora do ar não é só um problema de quem tenta abrir o site naquele momento. A documentação do Google sobre erros de servidor explica que, quando o site responde com erro da família 5xx, o Google reduz o ritmo de rastreamento; as páginas já indexadas são mantidas no início, mas o Google remove do índice as que continuam com erro de forma consistente. Hospedagem instável cobra a conta também na busca.

O certificado HTTPS é o que faz aparecer o cadeado no navegador. Na maioria das hospedagens ele vem incluído, muitas vezes emitido pelo Let’s Encrypt, autoridade certificadora gratuita mantida por uma organização sem fins lucrativos. O Google trata a entrega segura das páginas como parte da experiência na página. Se a hospedagem cobra à parte pelo certificado, vale perguntar por quê.
O e-mail no domínio (contato@seuescritorio.adv.br) é cobrado em geral por usuário. Escritório com cinco pessoas paga cinco caixas. Algumas hospedagens incluem caixas simples no plano; serviços como Google Workspace e Microsoft 365 cobram por usuário e trazem agenda, armazenamento e outros recursos. A escolha muda o valor mensal mais do que qualquer outro item da infraestrutura.
Quer saber se o site do seu escritório está com domínio, hospedagem e estrutura em ordem, e se ele aparece para as pesquisas de serviço? Peça uma análise à Posicione-see.
Manutenção: atualização, backup e segurança
Site parado não é site sem custo. Plataformas como o WordPress recebem atualizações frequentes, e os temas e plugins também. A documentação oficial do WordPress orienta manter sempre a versão mais recente e fazer backup antes de atualizar, para poder restaurar o site se algo der errado. As atualizações menores e de segurança podem ser automáticas; as maiores pedem alguém que clique, confira e teste.
Para o escritório de advocacia, a segurança tem um peso adicional: o formulário de contato recebe nome, telefone e, muitas vezes, um relato do problema jurídico. A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018), no art. 46, exige que quem trata dados pessoais adote medidas de segurança técnicas e administrativas para protegê-los de acessos não autorizados e de perda. Site desatualizado com formulário aberto é um risco que vai além do marketing.
- Toda semanaConferir se o site abre e se o formulário chegaUm envio de teste mostra se as mensagens estão caindo na caixa certa.
- Todo mêsAtualizar plataforma, tema e pluginsSempre com backup feito antes, para voltar atrás se algo quebrar.
- Todo trimestreRevisar textos e dados do escritórioEndereço, telefone, sócios, áreas de atuação e número de inscrição na OAB.
- Todo anoRenovar domínio e licençasConferir a data de vencimento e se o e-mail de contato do registro é de alguém do escritório.
A revisão trimestral dos dados não é só cuidado com o visitante. O art. 44 do Código de Ética e Disciplina da OAB determina que a publicidade profissional traga o nome do advogado ou da sociedade e o número de inscrição na OAB. Sócio que entra, sócio que sai e endereço que muda precisam aparecer certos no site.
Quem faz a manutenção muda a conta
Há três formas comuns de manter o site, e cada uma distribui o custo de um jeito:
- O próprio escritório: paga só domínio, hospedagem e e-mail, mas alguém da equipe precisa saber atualizar, fazer backup e resolver problema. O custo aparece em horas de trabalho e no risco de algo ficar para depois.
- Um profissional por demanda: chamado quando algo quebra. Sai barato nos meses tranquilos e caro no mês do problema, que costuma ser o pior momento para descobrir que não havia backup.
- Um contrato mensal: manutenção técnica, e às vezes conteúdo e acompanhamento, num valor fixo. Faz sentido quando o site é canal de captação e não pode ficar fora do ar.
Ao comparar propostas de manutenção, vale pedir por escrito o que está incluído: frequência de atualização e de backup, onde o backup fica guardado, prazo de resposta em caso de site fora do ar e quem é o titular do domínio e da hospedagem. A página sobre quanto custa site para advogado mostra como comparar propostas item por item, da criação ao acompanhamento.
Erros comuns que encarecem a manutenção
- Domínio e hospedagem no nome de terceiros. Quando a relação com o desenvolvedor termina, o escritório não consegue nem renovar o próprio endereço.
- Nenhum backup fora do servidor. Se a hospedagem tem problema, o backup guardado nela vai junto.
- Plugins demais. Cada plugin é mais uma atualização e mais uma porta de entrada. Site de escritório raramente precisa de muitos.
- Hospedagem escolhida só pelo preço. Site lento ou instável perde visitante e, como visto acima, perde espaço no Google.
- Pagar manutenção sem medir o resultado. Saber se o site aparece para as pesquisas de serviço é o que diz se o investimento está funcionando; o post sobre como saber se o site aparece no Google mostra como conferir.
Nos projetos da Posicione-see, uma das primeiras perguntas que fazemos ao escritório é em nome de quem estão o domínio e a hospedagem. Muitas vezes ninguém sabe responder na hora. Organizar isso antes de qualquer mudança no site evita o susto de descobrir, no dia em que o e-mail para, que o endereço do escritório depende de outra pessoa.
O que faz um site de escritório ser encontrado, além de estar no ar, está na página de site para advogados.
Perguntas frequentes sobre o custo mensal para manter um site
Qual o custo mensal para manter um site?
É a soma de domínio (pago por ano), hospedagem, e-mail no domínio por usuário, licenças de tema e plugins, quando há, e manutenção técnica. O valor depende da plataforma e de quem faz a manutenção; os itens obrigatórios para o site existir são domínio, hospedagem e certificado HTTPS.
O que acontece se eu parar de pagar a hospedagem?
O site sai do ar. Se ficar fora por muito tempo, o Google reduz o rastreamento e pode remover as páginas do índice, segundo a documentação do Google sobre erros de servidor. Sem backup próprio, o conteúdo pode se perder junto com a conta.
Preciso pagar pelo certificado de segurança do site?
Na maioria dos casos, não. Muitas hospedagens incluem o certificado HTTPS no plano, emitido por autoridades gratuitas como o Let’s Encrypt. Cobrança separada pelo certificado merece pergunta ao fornecedor.
O domínio do escritório deve ficar no nome de quem?
No CPF do advogado ou no CNPJ da sociedade de advogados, com o e-mail de contato de alguém do escritório. Domínio no nome do desenvolvedor ou de ex-funcionário é a causa mais comum de site e e-mail fora do ar por falta de renovação.
Site parado precisa de manutenção?
Precisa. Plataforma, tema e plugins recebem atualizações de segurança, e o formulário de contato recebe dados pessoais que a LGPD manda proteger. Além disso, dados do escritório como sócios, endereço e inscrição na OAB precisam estar sempre corretos.
Próximos passos
Faça hoje uma lista com os itens do site do escritório: onde está o domínio e em nome de quem, quando vence, quem paga a hospedagem, quantas caixas de e-mail existem e quem atualiza o site. Com a lista na mão, fica claro o custo mensal real e o que está descoberto. Se preferir que alguém revise essa estrutura com você e aponte o que ajustar para o site ser encontrado, fale com a Posicione-see.















